Marcos Flávio Rocha debate formação em cirurgia robótica

Nessa quinta, Marcos Flávio Rocha participou do SBU em Casa. O encontro debateu a habilitação em cirurgia robótica. Esse é um processo que o médico acompanha de perto. No ano passado, Marcos fez parte da primeira comissão de certificação em cirurgia robótica da SBU nacional. O grupo era responsável pela visita técnica de hospitais. A análise observa a estrutura física, expertise dos profissionais, dentre outros pontos. Após receber a aprovação, os centros médicos são credenciados para treinamento e certificação em cirurgia assistida por robô.

Marcos Flávio Rocha participa de evento em São Paulo sobre disfunção erétil e incontinência urinária

Marcos Flávio Rocha está em São Paulo participando de um evento que enfoca disfunção erétil e incontinência urinária. Entre as opções terapêuticas do primeiro tópico, o encontro abordará implantes (como AMS 700 e Tactra), locais alternativos para colocação de reservatório, dentre outras soluções. Em relação à incontinência urinária, o evento discutirá tratamentos como sling masculino e esfíncter urinário artificial.

Marcos Flávio Rocha recebe novo certificado de cirurgia robótica

Marcos Flávio Rocha faz parte do primeiro grupo nacional de urologistas a receber o novo certificado de cirurgia robótica emitido pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). No Ceará, foi o primeiro a obter essa habilitação relativa a procedimentos cirúrgicos auxiliados por robô.

Marcos Flávio Rocha ministra curso no Congresso Internacional de Uro-oncologia

Marcos Flávio Rocha continua em São Paulo participando do Congresso Internacional de Uro-oncologia. Hoje, ele ministrou o curso “Desafios Cirúrgicos em Urologia Oncológica”. Os tumores do trato urinário e do sistema genital masculino muitas vezes são complexos e de difícil acesso. Além disso, para alcançá-los através de procedimentos abertos, são necessárias grandes incisões no corpo do paciente.

Os procedimentos minimamente invasivos, como laparoscopia e cirurgia robótica, trazem uma nova dinâmica para o tratamento das neoplasias urológicas. Nesses casos, o instrumental cirúrgico adentra o corpo do paciente através de orifícios naturais ou via pequenas incisões (até 1 cm).

Além disso, os equipamentos modernos possuem vários braços, capazes de fazer movimentos com elevada precisão. O aparelho também grava todo o procedimento. As imagens, 20 vezes ampliadas e tridimensionais, são exibidas em tempo real para o cirurgião, propiciando uma maior compreensão das estruturas internas do paciente.

Marcos Flávio Rocha debate o câncer de próstata localizado e o localmente avançado no Congresso Internacional de Uro-oncologia

Em sua primeira participação na edição deste ano do Congresso Internacional de Uro-oncologia, Marcos Flávio Rocha integrou a mesa que debateu o câncer de próstata localizado e o localmente avançado.

No primeiro caso, o tumor está restrito ao órgão inicial. Ou seja, não se espalhou para outras áreas do corpo (metástase). Já o câncer de próstata localmente avançado compromete órgãos vizinhos, como bexiga e reto.

O tratamento dependerá das áreas afetadas, nível de agressividade e ritmo da progressão da doença. Na maioria das vezes, será necessário combinar mais de um recurso terapêutico, como cirurgia, hormonioterapia e radioterapia. Além disso, o paciente deverá ser acompanhado continuamente, realizando consultas urológicas para monitorar se o câncer não retornou (recidiva).

Tuberculose geniturinária

Em 2020, o Brasil registrou 66.819 casos de tuberculose, doença que inicia lentamente e com poucos sintomas. Sua evolução, porém, pode causar graves consequências para o indivíduo.

A doença pode ir além do comprometimento dos pulmões. Em cerca de 15% dos casos, a infecção pode se tornar geniturinária. Primeiro, a doença atinge os rins. Depois, segue para outros órgãos, como bexiga e próstata. Alguns dos sintomas possíveis são dor na região lombar, infecção urinária e sangue na micção. Todavia, o paciente pode demorar a apresentar essas alterações.

Há tratamento, mas ele é longo, se estendendo por pelo menos seis meses. Caso os medicamentos sejam abandonados antes da cura, a doença pode continuar sua evolução.

Covid-19 pode prejudicar trato genital masculino

Pesquisas já haviam apontado que a Covid-19 pode causar problemas no trato genital masculino. Entretanto, um novo estudo indica que os impactos são causados pelo próprio Sars-CoV-2, e não por uma inflamação decorrente da doença.

O novo coronavírus pode prejudicar a próstata, o pênis, os testículos e os vasos sanguíneos em seu entorno. Como consequência, o paciente pode ter impotência, diminuição na fertilidade, dores na região e hipogonadismo (quando os testículos produzem quantidade insuficiente de testosterona).

Estima-se que entre 10-20% dos pacientes com Covid-19 apresentam sintomas no sistema genital. Dentre todas as complicações, a disfunção erétil se sobressai. A alteração pode sinalizar, inclusive, síndrome pós-Covid, visto que homens que tiveram a doença possuem de três a seis vezes mais chances de ter disfunção erétil.

O excesso de pele no pênis é prejudicial?

No mês passado, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) realizou um mutirão de cirurgias de fimose (circuncisão) em todo o país. Diante da demanda, a SBU promoveu quase o dobro dos procedimentos previstos.

A fimose ocorre quando o prepúcio recobre constantemente a glande. Como o indivíduo não consegue expor completamente a extremidade do órgão, é possível acumular impurezas e substâncias produzidas pelo próprio corpo, como o esmegma, uma secreção formada nas glândulas penianas. Sem a limpeza adequada, o quadro pode evoluir para tumor no pênis.

Para limpar o pênis, você só precisa de água e sabonete. Ao fim do processo, enxágue. Além do banho, você precisa limpar o pênis após ejacular. Em todas essas ocasiões, bem como após urinar, é necessário secar o pênis.

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O futuro da cirurgia robótica

Feedback tátil, miniaturização de equipamentos e qualidade visual aprimorada (maior capacidade de ampliar imagens, bem como exibi-las com mais detalhes). Essas são algumas das tendências da cirurgia robótica, conforme estudo sobre o tema.

A primeira intervenção assistida por robô foi realizada nos EUA, em 1988. Desde então, essa tecnologia vem evoluindo constantemente para proporcionar melhorias, como maior grau de precisão e menor comprometimento de tecidos e órgãos.

Como resultado, os procedimentos minimamente invasivos geram diferenciais para o paciente. Redução do tempo de operação e menor complicação no pós-operatório são alguns deles.

Câncer infantojuvenil: os principais tumores urológicos

No Brasil, o câncer representa a maior causa de morte decorrente de doenças em crianças e adolescentes. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no período 2020-2022 serão diagnosticados 8.460 casos de neoplasias em pessoas entre 1-19 anos. O número de casos é similar ao dos EUA (10.500). Entretanto, o Brasil deve apresentar o dobro de mortes em relação aos EUA.

Quando observamos o gênero, os valores são próximos no Brasil. No triênio (2020-2022) devem ocorrer 4310 novos casos em garotos e 4150 em garotas. Os tipos mais comuns são leucemias, linfomas e tumores no sistema nervoso central.

Em relação às alterações urológicas, as mais comuns no público infantojuvenil são tumor de Wilms (rins) e tumor germinativo (células que dão origem aos testículos).

Quando diagnosticados na fase inicial, 80% dos cânceres em crianças e adolescentes são curados. Diferentemente dos adultos, o câncer entre jovens não está relacionado ao estilo de vida. Por isso, os responsáveis devem ficar atentos.