Câncer de próstata: prevenção e tratamento

Prevenção

Estudos comprovam que uma dieta rica em vegetais, selênio (presente na castanha de caju), vitaminas D (fígado) e E (cereais integrais e óleos de sementes), licopeno (tomate e pimentão) e ômega-3 (peixes) e com menos gordura, principalmente as de origem animal, pode ajudar a diminuir o risco de câncer, bem como de outras doenças crônicas não transmissíveis.

Além dos hábitos saudáveis – relacionados à alimentação, exercícios físicos e evitar o consumo de álcool e de cigarro, a consulta anual a um urologista a partir dos 45 anos é indispensável como medida de prevenção. É esse acompanhamento que possibilitará descobrir o câncer de próstata em estágio inicial, pois os sintomas aparecem somente quando a doença já está avançando.

Para a avaliação do paciente na prevenção do câncer de próstata, há dois exames:

  • Toque retal – para analisar a consistência da próstata e a presença de nódulos;
  • Dosagem do antígeno prostático específico (PSA, sigla em inglês) – proteína produzida exclusivamente pela próstata, que se eleva de maneira significativa nos casos de câncer.

Identificando-se a possibilidade de tumor, o urologista encaminha a realização de outros procedimentos.

Importante destacar que para uma avaliação adequada é necessário a realização desses dois exames de modo complementar, pois, por exemplo, o aumento da dosagem de PSA também pode estar relacionado a uma infecção ou com o crescimento benigno exagerado da próstata.

Tratamento

O tratamento do câncer da próstata depende do estágio da doença. Em grande parte dos casos, há indicação de cirurgia. Importante lembrar que as chances de cura são maiores quanto mais cedo a doença for descoberta. Quando o câncer é identificado em estágio inicial, há chances de cura total por meio de cirurgia.


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