Marcos Flávio Rocha participará do próximo Congresso Brasileiro de Urologia

Em novembro, Marcos Flávio Rocha irá participar de mais um Congresso Brasileiro de Urologia (CBU). Em sua 39ª edição, o CBU será realizado em Salvador-BA, de 18 a 21 de novembro de 2023.

Rocha avalia que integrar o evento é umas grandes satisfações da sua vida profissional. O especialista já contribuiu como organizador, ministrando cursos e realizando palestras. Nesse ano, estará presente em vários momentos da programação científica. Rocha abordará temas como cirurgia robótica e tratamento de tumores urogenitais.

Na imagem, uma das edições mais especiais do evento: no CBU 2021, os urologistas voltaram a se reunir presencialmente. No último dia do congresso, Rocha palestrou na plenária principal do encontro.

Câncer de próstata: estudo brasileiro avalia 650 mil pacientes

A partir do banco de dados do Ministério da Saúde, pesquisadores fizeram um amplo estudo sobre pacientes com câncer de próstata atendidos pelo SUS nos últimos 15 anos. As informações obtidas causam apreensão.

O trabalho aponta que um em cada quatro pacientes inicia o tratamento já com a doença em estado avançado. A questão merece observação, pois essa neoplasia afeta um em cada oito homens. Além disso, o estudo revelou que a quimioterapia é subutilizada.

Diagnosticar tumores ainda na fase inicial traz vários benefícios para o paciente. Além da taxa de cura alcançar 90% dos casos, os tratamentos também são menos agressivos.

Marcos Flávio Rocha participa de encontro sobre oncologia urológica

No último sábado, Marcos Flávio Rocha foi um dos palestrantes do III Summit de Oncologia Urológica. Durante o evento, foram realizadas três mesas para debater casos clínicos. Rocha integrou a segunda, que teve como tema “Recidiva linfonodal localizada”.

Também chamados de gânglios linfáticos, os linfonodos são pequenas estruturas espalhadas por todo o corpo (são encontrados especialmente na virilha, axilas e pescoço). Eles são responsáveis por filtrar substâncias nocivas que circulam nos canais linfáticos.

Os linfonodos desempenham função essencial, pois buscam capturar agentes causadores de doenças antes que eles contaminem outros órgãos. Quando os linfonodos detectam alguma alteração, como tumor, bactérias ou vírus, eles acionam o sistema imunológico. Nessas ocasiões, os linfonodos crescem. Dessa forma, ficam mais suscetíveis ao toque externo e podem causar dor. Mas esse crescimento é benigno, pois é uma resposta à patologia que quer se instalar.

A era dos robôs cirurgiões

A revista Isto É Dinheiro elaborou um especial sobre inovações na medicina. O material aborda questões como transformação digital e inteligência artificial.

Outro aspecto que ganha destaque é a cirurgia robótica. No Brasil, anualmente são realizados 20 mil procedimentos auxiliados por robô.

O texto ressalta várias qualidades do método, como precisão e ampliação de movimentos do instrumental cirúrgico; redução de medicamentos no pós-operatório e padronizar a atuação da equipe. Esse aspecto, aliás, ganha bastante relevância. Os especialistas frisam a importância da especialização, pois o robô potencializa o talento humano – reduzindo o tremor das mãos, por exemplo -, mas não substitui o médico.

HGF realiza evento sobre cirurgia robótica

Na segunda-feira, foi realizado mais um encontro uro-oncológico do Hospital Geral de Fortaleza (HGF), instituição na qual Marcos Flávio Rocha coordena o departamento de urologia. O foco do evento foi apresentar a cirurgia robótica para os residentes que ainda não realizam a técnica.

Por ser um contato introdutório, o especialista fez um panorama da evolução dos procedimentos auxiliados por robô e salientou a realidade da técnica no país. Em seguida, ele abordou como ocorre a capacitação e destacou as etapas para realização do procedimento.

O uro-onco é um encontro mensal da equipe do HGF que evidencia um tema por edição. Nos momentos anteriores, já foram debatidas as seguintes temáticas: radioterapia em urologia; ressonância magnética para câncer de próstata e ressonância magnética em câncer de bexiga.

Marcos Flávio Rocha participa de curso sobre anestesia para cirurgia robótica

Marcos Flávio Rocha esteve ao lado da colega Riane Azevedo para falar sobre cirurgia robótica na Sociedade de Anestesiologia do Estado do Ceará (Saec). Os dois têm grande afinidade com a técnica. Realizam procedimentos auxiliados por robô desde que esse método passou a ser disponibilizado no Ceará, em 2015.

Por sinal, a aproximação entre cirurgião e anestesista é essencial para o bom resultado da operação. Características como tipo e o objetivo do procedimento influenciam questões como o tempo de duração cirúrgica, o que por sua vez direciona a definição da técnica anestésica.

Encontros como esse são importantes para salientar que a cirurgia robótica possui características bastante específicas, daí a importância da capacitação na área. Da definição da opção farmacológica ao manejo ventilatório, há pontos importantes a serem observados.

Além disso, o anestesista precisa monitorar as possíveis alterações fisiológicas, pois o posicionamento do paciente e a pressão intra-abdominal influenciam fatores importantes. Mudanças no fluxo do sangue e aumento do consumo de oxigênio são algumas das questões que merecem monitoramento constante.

Revisão da literatura científica destaca cirurgia robótica

Mais um estudo recente destaca os benefícios da cirurgia robótica. Através de revisão bibliográfica, os autores caracterizam as técnicas auxiliadas por robô como mais delicadas e finas pois esse procedimento minimamente invasivo atenua o trauma cirúrgico. Por isso, o tempo de hospitalização é abreviado, há redução no período de uso do cateter, diminuem as complicações graves e as taxas de infecção são mínimas.

Em especial, os pesquisadores destacam os resultados perioperatórios, como redução da perda de sangue e menos complicações pós-operatórias. Como resultado, a “recuperação do paciente é gradual e acelerada”.

Todavia, a literatura salienta que os benefícios não ficam restritos aos pacientes submetidos ao procedimento, pois os especialistas habilitados também são contemplados pelos recursos do equipamento. Visão 3D e braços mecânicos precisos, que reduzem o tremor humano, ajudam os médicos a executar as manobras do instrumental cirúrgico.

Campanha Saia do Molhado conscientiza sobre incontinência urinária

Nesse mês, a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) promove a campanha ‘Saia do Molhado’. O intuito é conscientizar sobre a incontinência urinária. Estima-se que 1/3 da população apresente escape de urina. Em boa parte dos casos, há tratamento (como mudança de hábito, remédios e cirurgia).

Infelizmente, muitas pessoas acabam se acostumando com o problema e não procuram auxílio médico. Por isso, a SBU está divulgando vários dados em seus canais de informação, como o perfil do Instagram @portaldaurologia.

Também foram criadas peças para impressão, como cartazes. O material é amplo, indicando causas, sintomas e tratamentos. Os arquivos podem ser baixados gratuitamente via link.

HGF realiza Implante de esfíncter urinário artificial

Nessa semana, Marcos Flávio Rocha participou de uma ação inédita no Hospital Geral de Fortaleza (HGF), instituição na qual coordena o departamento de urologia. Pela primeira vez, foi feito um implante de esfíncter urinário artificial no HFG.

Essa operação, que não é comum no SUS, objetiva substituir um músculo que controla o fluxo urinário, permitindo segurar ou liberar a micção sem vazamentos.

A ação de hoje só foi possível com a colaboração de muitos talentos, como do colega urologista Geraldo Munguba. Toda a equipe está de parabéns por mais essa conquista!

Cirurgia robótica é destaque no congresso Norte-Nordeste de Urologia

Realizado de dois a quatro de março, em Fortaleza, XIII Congresso Norte-Nordeste de Urologia finalizou debatendo a cirurgia robótica.

Uma das técnicas abordadas foi a prostatectomia robótica, que pode ser parcial ou radical (remoção de toda a próstata). O procedimento está associado a menor sangramento, redução do tempo de hospitalização e menos dor no pós-operatório.

Especificamente em relação aos ganhos urológicos, a prostatectomia robótica diminui a incidência de estenoses de uretra, que são obstruções totais ou parciais no canal que leva a urina da bexiga para fora do corpo. Outro diferencial é o melhor resultado da recuperação da continência urinária. Ou seja, o paciente encontrará menos dificuldade para controlar o fluxo do jato urinário.