HGF debate câncer de próstata metastático

Ontem, o departamento de urologia do HGF, que é coordeno por Marcos Flávio Rocha, promoveu mais um evento sobre câncer de próstata metastático (quando a doença já atinge outros órgãos). O encontro teve dois momentos.

O estudo de caso abordou uma situação na qual o doente passou por cirurgia ou radioterapia para retirar o órgão com câncer, mas o quadro evoluiu para recidiva bioquímica. Geralmente, após tratamento inicial, o nível de PSA diminui. Entretanto, em alguns casos ele permanece alto ou mesmo cresce após um recuo inicial. Nos dois cenários, usamos o termo recidiva bioquímica.

No debate teórico, analisamos quadro de paciente tratado inicialmente com bloqueio androgênico, que pode ser feito via cirurgia ou medicamento. Entretanto, após a supressão hormonal, a doença continuou a progredir. Por isso, foi adotada uma nova medicação.

CBU 2023: Marcos Flávio Rocha participará de várias capacitações sobre cirurgia robótica

Foi definida a agenda de Marcos Flávio Rocha na programação científica do Congresso Brasileiro de Urologia 2023 (CBU 2023). Ao todo, ele contribuirá em cinco oportunidades.

O especialista inicia os trabalhos sendo debatedor de um curso no pré-congresso que terá como tema “O que mudou em 15 anos de cirurgia robótica no Brasil”. Na sequência, fará parte de dois tutoriais também sobre procedimentos assistidos por robô. Por fim, Marcos Flávio participará de dois cursos teóricos: “Prostatectomia radical robótica” e “Nefrectomia parcial robótica em tumores complexos”.

Marcos Flávio Rocha orienta outros médicos há mais de 20 anos

Marcos Flávio Rocha aprendeu a realizar cirurgias robóticas com um mestre: Vipul Patel. Fundador da Sociedade de Cirurgia Robótica, Patel mora nos Estados Unidos e já realizou mais de 20 mil videocirurgias em todo o mundo. Ao final do treinamento, ele escolheu Marcos para ser proctor. Ou seja, caberia a Marcos supervisionar outros cirurgiões que estão assimilando a técnica. Assim, o médico se tornou, em 2017, o primeiro proctor em urologia do Nordeste especializado em procedimentos robóticos.

Desde então, Marcos já acompanhou vários colegas. Essa é uma atividade que ele tem como parte intrínseca da sua atuação médica. Capacitar outros profissionais torna possível que mais pacientes tenham acesso a tratamento qualificado.

Tal preocupação acompanha a vida profissional de Marcos há mais de 20 anos. Quando regressou da França após concluir uma especialização em intervenção minimamente invasiva, Marcos passou a orientar cirurgiões residentes. Quem desempenha essa função é denominado preceptor, e Marcos já a exerceu no hospital Geral Dr. César Cals (HGCC), Hospital Universitário Walter Cantídio (HUWC, ligado à Universidade Federal do Ceará) e no Hospital Geral de Fortaleza (HGF).

Câncer de próstata provoca incontinência urinária?

Essa questão (link: https://bit.ly/3PoBlFn) foi feita a Marcos Flávio Rocha pelo Viva Bem, publicação do UOL sobre qualidade de vida. Primeiro, é importante compreender que esse problema não é uma manifestação comum no câncer de próstata e ocorre em outras situações clínicas. Por isso, é necessário ser avaliado por um urologista.

Quando a incontinência urinária está relacionada à neoplasia prostática, ela tende a aparecer em decorrência do crescimento do tumor. Uma próstata maior comprime a uretra, o canal pelo qual o corpo expele a urina. Se a bexiga estiver cheia e o indivíduo realizar movimentação abdominal, como tossir ou espirrar, é possível ocorrer escape de urina. Nesse caso, a alteração é identificada como transbordamento.

Outra possibilidade é que o problema surja em virtude de lesão involuntária causada pelo tratamento. É algo raro, pois os recursos terapêuticos estão cada vez mais assertivos. Na prática, esse tipo de incontinência urinária atinge um pequeno percentual dos pacientes de forma permanente.

15 anos de cirurgia robótica no Brasil: Empresa homenageia especialistas da técnica

Marcos Flávio Rocha ganhou da Intuitive, empresa que produz a plataforma de cirurgia robótica Da Vinci, uma miniatura do equipamento. A lembrança comemora a marca de mais 100 aparelhos Da Vinci instalados no país.

Receber esse presente em agosto torna a ocasião ainda mais especial. Há oito anos, foi realizada no Ceará a primeira cirurgia robótica das regiões Nordeste, Centro-Oeste e Norte do país. A iniciativa foi do hospital Monte Klinikum.

Marcos acompanha essa trajetória desde o primeiro procedimento no estado. Com o tempo, ele virou o coordenador-médico do centro cirúrgico auxiliado por robô do Monte Klinikum.

Departamento de urologia do HGF debate o câncer de próstata metastático

Hoje, foi realizada mais uma sessão de urologia oncológica promovida pelo serviço de urologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF). A edição teve como tema o câncer de próstata metastático. Trata-se de uma fase avançada da doença, na qual ela já se espalhou para outras partes do corpo.

Marcos Flávio Rocha foi um dos palestrantes. Em sua participação, o médico abordou inovações médicas e estudos relacionados ao tratamento do câncer metastático. O encontro igualmente debateu novos medicamentos que melhoram a qualidade de vida dos pacientes com câncer avançado.

Academia SBU é uma ótima fonte de conhecimento científico sobre urologia

Atualmente, há muitas possibilidades para conseguir informações científicas. Porém, nem todas são confiáveis. Na urologia, um ótimo site para encontrar dados acadêmicos e ações de lifelong learning é a Academia SBU.

Como o nome indica, o espaço é mantido pela Sociedade Brasileira de Urologia. O endereço funciona como um hub que agrega os eventos e publicações da entidade. Você pode acessar, por exemplo, as edições do SBU em Casa, encontro online realizado durante a pandemia que gerou ótimos debates sobre a evolução da urologia. Marcos Flávio Rocha participou de alguns deles, como “Prostatectomia radical minimamente invasiva”, “Laparoscopia urológica no cenário atual”, “Prostatectomia robótica: como começar” e “Nefrectomia parcial robótica”.

Marcos Flávio Rocha participará do Congresso Brasileiro de Urologia

O CBU é um dos maiores eventos mundiais da área urológica. O congresso reúne tanto palestrantes nacionais quanto internacionais. Nesse ano, Rocha será um deles. Sua participação na programação científica observará diversos temas, como cirurgia robótica e tumores do trato urinário e do sistema genital masculino.

Essa não é a primeira contribuição de Rocha no CBU. Nas diversas edições nas quais participou, o especialista desempenhou múltiplas funções, como coordenador, palestrante e ministrando cursos práticos.

Realizado a cada dois anos, a 39ª edição do CBU ocorrerá em Salvador-BA, de 18 a 21 de novembro de 2023. O último encontro, realizado em Brasília, reuniu mais de 3 mil congressistas. Na ocasião, Rocha foi um dos palestrantes escolhidos para fechar o último dia evento, na plenária principal.

Dia mundial de conscientização sobre o câncer de rim alerta para a importância do diagnóstico precoce

Ontem foi o dia mundial de conscientização sobre o câncer de rim. Alertar sobre o tema é uma preocupação constante, pois a doença tem elevado índice de mortalidade. Segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia, 50% dos pacientes morrem em decorrência da neoplasia.

Todos os anos, ocorrem seis novos casos no Brasil. O câncer de rim é duas vezes mais comum nos homens. O grupo mais acometido tem idade entre 50-65 anos.

Como em muitos casos, o câncer de rim geralmente inicia sem dar sinais. Quando o paciente sente sintomas, a doença já está em estágio mais avançado. Por isso, além de manter um estilo de vida saudável, é necessário realizar, periodicamente, consultas médicas.

Se o câncer de rim for diagnosticado na fase inicial – entre o estágio um e três – as chances de cura são elevadas. A intervenção cirúrgica, método mais recomendado, geralmente é eficiente em retirar o tecido comprometido.

Cirurgia robótica no Brasil: Foco está nas intervenções mais complexas e que exigem maior precisãoCirurgia robótica no Brasil:

Reportagem do jornal Valor sobre a adoção da cirurgia robótica no país destaca a versatilidade dessa abordagem. O sistema possui braços robóticos capazes de realizar movimentos precisos, o que viabiliza a realização de intervenções complexas de forma minimamente invasiva. Além disso, a capacidade de captar imagens, em tempo real, favorece o tratamento de casos oncológicos, pois é possível rastrear linfonodos e mensurar a vascularização de tecidos e órgãos.

Os especialistas sinalizam que o método é mais utilizado para tratar câncer de próstata. Em algumas instituições médicas brasileiras, a prostatectomia (retirada de parte ou de toda a próstata) representa de 70% a 80% dos procedimentos assistidos por robô. Isso ocorre porque essas intervenções, por serem minimamente invasivas, geram menos sequelas. Especificamente sobre o aspecto urológico, a cirurgia robótica diminui o risco de impotência sexual e de incontinência urinária.