Câncer de pênis no Brasil

Embora raro em países desenvolvidos, o câncer de pênis corresponde a 2% de todos os casos de neoplasias malignas em brasileiros (link: https://bit.ly/3qJHfCj). Com isso, o Brasil atinge a triste marca de configurar entre os cinco países com mais casos dessa doença. Em especial, o câncer de pênis é mais comum nas regiões Norte e Nordeste do país. Os dados são do Instituto Nacional de Câncer (Inca). Para evitar esse tipo de câncer, a higiene íntima é essencial.

Covid-19: Dúvidas frequentes

Para auxiliar o público sobre a vacinação contra a covid-19, o governo estadual mantém uma seção de perguntas frequentes sobre o tema: https://bit.ly/3qtTlPv. O material reúne informações sobre aplicação da vacina (dosagem e intervalo de aplicação), dados científicos sobre a segurança dos imunizantes, dentre outros pontos. Ampla, a seção auxilia quem apresenta casos específicos, como pessoas em tratamento para outras patologias. O espaço orienta indivíduos com doenças autoimunes; portadores de câncer; quem usa anticoagulantes, dentre outros.

Equipe de urologia do HGF publica artigo sobre câncer de próstata em periódico internacional

A equipe de urologia do Hospital Geral de Fortaleza (HGF) se destaca tanto no atendimento quanto na pesquisa científica: o grupo acabou de publicar um novo artigo http://bit.ly/3jWCKl6. O trabalho traz um estudo de caso de paciente que, para tratar um câncer de próstata, fez radioterapia. 10 anos depois, apresentou obstrução e perda de de função do rim esquerdo sendo submetido a nefrectomia e posteriormente diagnóstico de câncer de ureter no coto distal.

O ureter leva a urina do rim até a bexiga. É raro esse canal apresentar câncer. Além disso, a doença é potencialmente agressiva. Como sintomas, podemos listar a presença de hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) na micção e obstrução do ureter.

As causas do trauma peniano

A pesquisa científica serve para lançar luz sobre os novos caminhos da medicina, ao mesmo tempo que desmistifica informações propagadas sem rigor científico, o que gera apreensão nas pessoas.

Um trabalho recente mostrou, por exemplo, que o trauma peniano decorrente de ato sexual é incomum. Para o estudo, os colegas avaliaram artigos indexados no ano passado pela Biblioteca Virtual da Saúde (BVS). O trabalho observou artigos em português, inglês e espanhol.

Embora raro, essa emergência urológica ocorre quando o pênis é dobrado de maneira brusca durante o ato sexual. Para constatar a lesão peniana, anamnese, exame físico e diagnóstico por imagem podem ser utilizados. Para acessar o estudo, visite http://bit.ly/3tyF0n7.

Impacto da Covid-19 na residência de urologia

Foi publicado, no final do mês passado, um estudo sobre como a pandemia está impactando os residentes de urologia, na prática clínica e na cirúrgica. O material completo está disponível em http://bit.ly/3tCJJUI.

A pesquisa ouviu mais de 450 residentes de todo o país. Quase metade deles foi deslocado para atuar na linha de frente da crise sanitária. 25% deles contraíram a doença. As preocupações dos residentes incluíam o risco de contaminar familiares, distanciamento das atividades relativas à especialidade, desenvolver o quadro grave da covid-19 e sobrecarregar os colegas.

Em relação ao programa de residência. Assim como ocorreu com os profissionais veteranos, os residentes enfrentaram uma brusca redução nas consultas eletivas e nas cirurgias. As atividades educacionais migraram para a internet. Conferências, palestras e estudos de caso guiaram o treinamento urológico no ano passado.

O tratamento da disfunção erétil

Lidar com a disfunção erétil (DE) representa não conseguir manter a ereção durante o ato sexual. Os tratamentos são variados: medicamentos, terapia comportamental, injeções intra-uretrais/auto-intracavernosas, dentre outras.

Embora esses recursos sejam bem-sucedidos na maioria dos casos, há uma parcela de pacientes que ainda precisa de auxílio. Geralmente, são indivíduos com DE pós-prostatectomia; diabetes mellitus e quem possui DE grave referente à doença vascular periférica e ao tabagismo.

Em artigo publicado na edição de dezembro da revista da American Urological Association, Trinity J. Bivalacqua, do departamento de urologia da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins (Baltimore, EUA), indica que técnicas que propiciam a reparação ou substituição do tecido doente estão tendo bons resultados na restauração da função neurovascular do pênis. As terapias restaurativas incluem medicina regenerativa (utilização de células-tronco ou plasma) e tecnologias baseadas em princípios regenerativos (ondas de choque de baixa intensidade para estimular células-tronco endógenas no tecido doente).

Boa parte dessas técnicas ainda está na fase de testes. Todavia, é sempre bem-vindo identificar alternativas promissoras que podem vir a beneficiar homens com dificuldade para apresentar ereções fisiológicas espontâneas.

Hiperplasia prostática benigna (HPB): o que é, diagnótico e tratamento

Também identificada como aumento benigno da próstata, a hiperplasia prostática benigna (HPB) é um quadro com grande prevalência na terceira idade. 40% dos homens com idade entre 60-70 anos apresentam problemas urinários por causa dessa alteração.

O aumento da próstata dificulta a passagem da urina pela uretra, canal que conduz a micção da bexiga para o ambiente externo. Resultado: o jato urinário é fraco, inconstante ou incompleto (a pessoa sente que não expeliu toda a urina).

Remédios podem corrigir o problema. Em alguns casos, há indicação de cirurgia. Para conferir mais informações, visite o material que o Portal da Urologia elaborou sobre o assunto: http://bit.ly/368X9hi.

A evolução da cirurgia robótica no Brasil

Do início, como projeto do Departamento de Defesa dos Estados Unidos, ao surgimento de plataformas desenvolvidas pela iniciativa privada: o jornal Folha de Pernambuco apresenta a trajetória da cirurgia robótica (link: http://bit.ly/39ICXUj).

O material destaca a urologia, especialidade médica que mais utiliza a cirurgia robótica. Nos EUA, para o tratamento do câncer de próstata, predomina a utilização do método assistido por robô. Lá, 90% de todas as prostatectomias radicais (retirada da próstata) são realizadas através da cirurgia robótica.

O texto também aborda os diferenciais da técnica. Por ser minimamente invasiva (ocorre através de pequenas incisões) e apresentar imagens ampliadas, alta definição e visualização tridimensional, o método aumenta a percepção dos planos dos tecidos. Com isso, há maior preservação nervosa.

Entrevista com Marcos Flávio Rocha

Hoje, Marcos Flávio Rocha conversou com a jornalista Roberta Fontelles Philomeno. Em pauta, o pioneirismo do Ceará na adoção da cirurgia robótica e como essa técnica vem sendo empregada para tratar patologias de diversas especialidades médicas. Em 2015, o Ceará se tornou o primeiro estado das regiões Centro-Oeste/Nordeste/Norte a realizar procedimentos com a plataforma Da Vinci. A iniciativa foi do hospital Monte Klinikum.

A trajetória musical de Marcos Flávio Rocha

O Bodau, uma publicação da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), convidou Marcos Flávio Rocha para falar sobre uma das suas paixões, a música. A revista está disponível em https://bit.ly/35UTNyi. O relato foi publicado nas páginas 54 e 55.

Na época do vestibular, Marcos escolheu medicina e música. Foi aprovado nas duas graduações, na Universidade Federal do Ceará (UFC) e na Universidade Estadual do Ceará (UECE). Chegou a cursar alguns semestres de música, mas a vocação pela medicina falou mais alto. Porém, ele nunca silenciou a paixão pela música.