O tratamento da disfunção erétil

Lidar com a disfunção erétil (DE) representa não conseguir manter a ereção durante o ato sexual. Os tratamentos são variados: medicamentos, terapia comportamental, injeções intra-uretrais/auto-intracavernosas, dentre outras.

Embora esses recursos sejam bem-sucedidos na maioria dos casos, há uma parcela de pacientes que ainda precisa de auxílio. Geralmente, são indivíduos com DE pós-prostatectomia; diabetes mellitus e quem possui DE grave referente à doença vascular periférica e ao tabagismo.

Em artigo publicado na edição de dezembro da revista da American Urological Association, Trinity J. Bivalacqua, do departamento de urologia da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins (Baltimore, EUA), indica que técnicas que propiciam a reparação ou substituição do tecido doente estão tendo bons resultados na restauração da função neurovascular do pênis. As terapias restaurativas incluem medicina regenerativa (utilização de células-tronco ou plasma) e tecnologias baseadas em princípios regenerativos (ondas de choque de baixa intensidade para estimular células-tronco endógenas no tecido doente).

Boa parte dessas técnicas ainda está na fase de testes. Todavia, é sempre bem-vindo identificar alternativas promissoras que podem vir a beneficiar homens com dificuldade para apresentar ereções fisiológicas espontâneas.

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