Marcos Flávio Rocha esteve em Campinas-SP para participar do evento “A Residência Médica”, promovido pela SBU Nacional, que reuniu chefes de serviços de urologia de todo o país. Como coordenador do setor no Hospital Geral de Fortaleza, Marcos foi acompanhado por cinco residentes da instituição.
O encontro trouxe reflexões importantes sobre a formação do urologista, abordando desde a estruturação da residência até a integração de novas tecnologias, como a inteligência artificial. Também foram discutidos temas complementares à formação médica, como a educação financeira.
Marcos Flávio Rocha participou do encontro online “SBU em Casa”, que abordou os principais temas discutidos no congresso da Society of Robotic Surgery (SRS) 2025, realizado na França. O evento internacional reuniu mais de 2.500 participantes de 58 especialidades da saúde, e o Brasil esteve representado por uma das maiores delegações.
Durante minha apresentação, Marcos fez um panorama geral do congresso. Como coordenador da mesa, Marcos conduziu o debate com perguntas dirigidas aos demais participantes. O evento foi aberto pelo presidente da SBU Nacional, Luiz Otávio.
Marcio Covas, também coordenador do SRS, apresentou um histórico da cirurgia robótica, desde os primeiros experimentos em videocirurgia até as tecnologias mais recentes. Durante o congresso, inclusive, foram realizadas diversas telecirurgias.
Em seguida, Gilberto Almeida destacou as novas plataformas robóticas. No SRS, foram apresentadas tecnologias de acesso único, sistemas multimodais com até cinco braços e dispositivos portáteis de menor porte, cuja principal vantagem é a facilidade de transporte entre hospitais. Algumas plataformas seguem o modelo do sistema Da Vinci, que está em sua quinta geração, o que facilita a adaptação de profissionais já familiarizados com esse equipamento.
Na sequência, Clóvis Fraga abordou os avanços na prostatectomia (retirada da próstata), reforçando o papel da robótica como padrão-ouro. Eliney Faria tratou das aplicações em cirurgias renais oncológicas, enquanto Gustavo Guimarães apresentou atualizações no tratamento cirúrgico de patologias da bexiga. Na imagem, também estão Roni de Carvalho, presidente da ESU (Escola Superior de Urologia) e Karin Anzolch, diretora de comunicação da SBU.
Marcos Flávio Rocha participa da reunião da Society of Robotic Surgery (SRS), que ocorre de 16 a 20 de julho em Estrasburgo (França). A SRS é uma organização que reúne diversas especialidades cirúrgicas e sistemas robóticos, o que torna esse evento especialmente relevante.
Na edição anterior, o evento reuniu mais de 1.300 participantes de diversas partes do mundo. Nesse ano, foram efetivadas mais de 2500 inscrições para acompanhar presencialmente.
Um marco do encontro anterior foi a diversidade de soluções: 65 sistemas robóticos ganharam destaque. Além disso, houve espaço para debater inteligência artificial e realidade virtual.
Entre os dias 25 e 28 de junho, Marcos Flávio Rocha esteve em Barretos-SP para participar de curso promovido pelo Ircad América Latina, instituição referência mundial no aperfeiçoamento de técnicas minimamente invasivas. A programação ofereceu uma imersão abrangente, combinando teoria e prática, com demonstrações cirúrgicas ao vivo e gravadas, sessões interativas e treinamento prático em laboratório experimental.
Na ocasião, Marcos apresentou aos participantes do curso avançado de cirurgia urológica os principais aspectos anatômicos envolvidos na prostatectomia radical minimamente invasiva. Esse procedimento cirúrgico busca remover com precisão a próstata, o que favorece a preservação dos nervos que influenciam diretamente a função erétil e o controle urinário.
A prostatectomia radical assistida por robô é uma forma menos agressiva de tratar câncer de próstata. Observa-se menor necessidade de anti-inflamatórios e analgésicos no pós-operatório, além de índices reduzidos de sangramento. Esses fatores contribuem para uma recuperação mais rápida e menos sequelas.
Na semana passada, Marcos Flávio Rocha esteve em Belém-PA entre os dias 15 e 17 para participar do Congresso Norte Nordeste de Urologia. Ele foi palestrante em dois momentos. No dia 16, abordou o tratamento do câncer de próstata com classificação Gleason 6, um tipo de neoplasia no qual as células tumorais são semelhantes às células normais.
No último dia, debateu técnicas assistidas por robô para o tratamento de diversas alterações urológicas, como adenomectomia robótica (empregada no tratamento de hiperplasia prostática benigna-HPB) e cistectomia radical robótica (retirada da bexiga quando o órgão apresenta tumor). Por fim, participou de uma conversa sobre a técnica VEIL, método minimamente invasivo que tende a preservar mais as estruturas nervosas.
No dia 4 de maio de 2025, comemora-se o 25º aniversário da realização da primeira nefrectomia laparoscópica no Ceará. Esse procedimento marcou um avanço importante na cirurgia urológica do estado, ao introduzir uma técnica minimamente invasiva que permite operar o abdômen ou a pelve por meio de pequenos cortes (geralmente de até 1,5 cm). Como o trauma cirúrgico é menor, há menos dor e a recuperação é mais rápida.
A técnica laparoscópica é especialmente relevante em cirurgias renais. Quando realizada de forma parcial, possibilita a preservação de parte do rim, o que ajuda a evitar a insuficiência renal, condição que compromete significativamente a qualidade de vida do paciente. Já nos casos em que é necessária a retirada completa do órgão, a técnica oferece mais precisão, graças ao uso de instrumentos precisos e uma câmera que fornece visualização em tempo real, o que aumenta a efetividade cirúrgica e reduz o risco de lesões em estruturas adjacentes.
O pioneirismo no Ceará coube à equipe formada pelos serviços de urologia e cirurgia geral do Hospital Geral de Fortaleza (HGF). A cirurgia foi conduzida pelos Drs. Marcos Flávio Rocha (atualmente coordenador do Serviço de Urologia do HGF), Nilson Diniz e Francisco José Mesquita, do Serviço de Urologia; Dr. José Eudes Pinho, da Cirurgia Geral; e Dra. Aglais Leite, da Anestesiologia.
Rocha salienta que há 25 anos esse tipo de procedimento não era comum no país. Diante desse desafio, a equipe do HGF buscou capacitação por meio da observação de procedimentos em outros estados.
A intervenção ocorreu durante três horas e foi concluída com sucesso. O pós-operatório também transcorreu sem intercorrências, por isso a paciente recebeu alta hospitalar no dia seguinte.
A partir de então, a nefrectomia laparoscópica passou a ser incorporada de forma regular nos serviços de urologia e transplante renal do HGF. Atualmente, a videocirurgia é amplamente empregada em diversos tratamentos urológicos, incluindo câncer de rim, próstata e bexiga; malformações do trato urinário e remoção de cálculos renais (“pedras nos rins”).
Hoje, Marcos Flávio Rocha participou de um evento promovido pelo Instituto do Câncer do Ceará. (ICC) Inicialmente, ele abordou a cistectomia radical, procedimento no qual a bexiga é completamente removida. Esse recurso é geralmente indicado em casos de câncer. Durante a apresentação, destacou a abordagem minimamente invasiva, além de apresentar uma técnica alternativa que permite a preservação parcial da bexiga em situações selecionadas.
Na sequência, Rocha integrou um debate sobre a prostatectomia radical, cirurgia indicada para o tratamento do câncer de próstata. Ele enfatizou os benefícios da cirurgia robótica, que permite maior precisão, resultando em menor impacto funcional ao preservar estruturas próximas à próstata.
O Hospital Geral de Fortaleza (HGF) celebrou dois marcos históricos: 55 anos de serviços em urologia e 50 anos de formação de especialistas na área. A cerimônia, que reuniu profissionais da saúde e comunidade acadêmica, foi uma excelente oportunidade para lembrar as conquistas do HGF e homenagear os talentos que ajudaram a escrever essa história.
Para Marcos Flávio Rocha, foi uma experiência enriquecedora estar entre colegas para celebrar uma instituição tão importante para a sociedade cearense. Em mais de meio século, o serviço de urologia do HGF se destacou pelo pioneirismo em diversas técnicas cirúrgicas, pela formação de uma equipe altamente qualificada e pelo atendimento a milhares de pacientes.
É importante ressaltar que o programa de residência em urologia do HGF formou várias gerações de especialistas. Com grande orgulho, Marcos é um deles. Ele fez sua residência no HGF e teve a oportunidade de vivenciar de perto o pioneirismo do serviço em diversos tratamentos. Com o mesmo ímpeto de acompanhar a evolução da medicina, atualmente Marcos coordena o serviço de urologia do hospital.
Aliás, o evento não apenas celebrou o passado. O encontro proporcionou aos participantes a oportunidade de debater tendências da urologia. Especialistas de renome apresentaram palestras sobre inovações tecnológicas e novas práticas clínicas, demonstrando o compromisso do HGF em oferecer atendimento baseado nas evidências científicas mais recentes.
Marcos Flávio Rocha recebeu, no encerramento do II Congresso Cearense de Urologia e do XI Simpósio de Câncer Urológico – GETUC, a medalha de honra ao mérito da Sociedade Brasileira de Urologia – Seccional Ceará (SBU-CE).
Essa distinção representa um marco em sua jornada profissional. Ao longo dos anos, o especialista teve a oportunidade de contribuir ativamente para o desenvolvimento da especialidade no Ceará, participando de diversas iniciativas e assumindo responsabilidades importantes dentro da SBU-CE e do Getuc (Grupo de Estudos em Tumores Urológicos do Ceará).
Essa homenagem é um estímulo para que Rocha continue trabalhando com dedicação em prol da urologia cearense, buscando sempre compartilhar sua experiência e contribuir para o avanço da especialidade. Marcos Flávio Rocha agradece a todos os colegas e amigos que fizeram parte dessa jornada.
Hoje, Marcos Flávio Rocha contribuiu para o II Congresso Cearense de Urologia e o XI Simpósio de Câncer Urológico em Fortaleza abordando as opções de tratamento do câncer de próstata localizado.
Nesses casos, o tumor ainda está restrito à glândula, facilitando o tratamento. As opções cirúrgicas para esse tipo de câncer oferecem altas taxas de cura e tendem a preservar a qualidade de vida do paciente no pós-operatório.
Uma das técnicas que mais auxiliam o paciente é a cirurgia robótica. Graças à precisão e à visão tridimensional ampliada, o cirurgião pode realizar procedimentos mais delicados, removendo o tumor com maior precisão e preservando os tecidos saudáveis ao redor.
Como resultado, o paciente perde menos sangue, sente menos dor e tem uma recuperação mais rápida. Além disso, a cirurgia robótica está associada a uma menor incidência de complicações, como disfunção erétil e incontinência urinária.