
Marcos Flávio Rocha esteve em São Paulo para participar de um curso sobre disfunções do assoalho pélvico. Além de urologistas (grupo da foto), o encontro reuniu proctologistas e ginecologistas.
Um dos destaques foi o treinamento sobre neuromodulação com implante de dispositivo. O método pode auxiliar pacientes que têm hiperatividade vesical. Nesses casos, há descontrole na bexiga, órgão que armazena a urina após ela ter sido produzida nos rins. Como resultado, a bexiga contrai mesmo sem o comando. Outra aplicação da técnica é apoiar indivíduos cuja bexiga perdeu força.
O equipamento é implantado no paciente com anestesia local, e a alta do centro cirúrgico ocorre no mesmo dia. Inicialmente, é implantado um aparelho que serve como teste. Depois, o dispositivo definitivo é aplicado.
A neuromodulação é uma das linhas de tratamento disponíveis para disfunções do assoalho pélvico. Outra estratégia terapêutica é indicar mudanças de comportamento, como evitar tomar café, visto que se trata de uma bebida diurética. Além disso, o urologista também pode prescrever remédios.