
Testes genéticos podem auxiliar o tratamento do câncer de próstata metastático. Algumas das vantagens são diminuir o ritmo de evolução da doença e aumentar a expectativa de vida.
A aplicação destes exames permite personalizar a estratégia de tratamento. Tais recursos são indicados por diversas instituições internacionais, como European Society for Medical Oncology (ESMO), National Comprehensive Cancer NetWork (NCCN) e European Association of Urology (EAU). Como resultado, países desenvolvidos reduziram em até 40% o índice de mortalidade dos pacientes com câncer metastático.
No caso do câncer de próstata, estudos indicam que 25% dos pacientes apresentam mutação na via de Reparo por Recombinação Homóloga (HRR). Além disso, 15% dos casos têm a mutação BRCA1, BRCA2 ou ATM.
Esse texto aborda três exames para avaliar neoplasia prostática avançada. O padrão ouro é o teste de tecido tumoral. Para realizá-lo, o médico precisa acessar o interior do paciente.
Há também o teste de biópsia líquida (CtDNA Plasma). Minimamente invasivo, o exame identifica material cancerígeno no sangue.
Outra opção é o teste germinativo. Trata-se de um recurso utilizado mais comumente em pacientes com histórico familiar da doença. O exame é feito a partir do sangue ou da saliva.