
Ontem, o departamento de urologia do HGF, que é coordeno por Marcos Flávio Rocha, promoveu mais um evento sobre câncer de próstata metastático (quando a doença já atinge outros órgãos). O encontro teve dois momentos.
O estudo de caso abordou uma situação na qual o doente passou por cirurgia ou radioterapia para retirar o órgão com câncer, mas o quadro evoluiu para recidiva bioquímica. Geralmente, após tratamento inicial, o nível de PSA diminui. Entretanto, em alguns casos ele permanece alto ou mesmo cresce após um recuo inicial. Nos dois cenários, usamos o termo recidiva bioquímica.
No debate teórico, analisamos quadro de paciente tratado inicialmente com bloqueio androgênico, que pode ser feito via cirurgia ou medicamento. Entretanto, após a supressão hormonal, a doença continuou a progredir. Por isso, foi adotada uma nova medicação.