Reportagem do jornal Valor sobre a adoção da cirurgia robótica no país destaca a versatilidade dessa abordagem. O sistema possui braços robóticos capazes de realizar movimentos precisos, o que viabiliza a realização de intervenções complexas de forma minimamente invasiva. Além disso, a capacidade de captar imagens, em tempo real, favorece o tratamento de casos oncológicos, pois é possível rastrear linfonodos e mensurar a vascularização de tecidos e órgãos.
Os especialistas sinalizam que o método é mais utilizado para tratar câncer de próstata. Em algumas instituições médicas brasileiras, a prostatectomia (retirada de parte ou de toda a próstata) representa de 70% a 80% dos procedimentos assistidos por robô. Isso ocorre porque essas intervenções, por serem minimamente invasivas, geram menos sequelas. Especificamente sobre o aspecto urológico, a cirurgia robótica diminui o risco de impotência sexual e de incontinência urinária.