Um estudo, que contou com o maior número de sujeitos em uma pesquisa realizada na América Latina sobre o tema, constatou que a atividade física pode reduzir em 20% o risco de desenvolver disfunção erétil (DE).
A pesquisa analisou dados de 20.789 homens brasileiros. A idade média dos participantes foi 49 anos. Os pesquisadores indicam que a prática regular de atividade física é benéfica tanto na prevenção quanto no tratamento dos pacientes que têm dificuldade de manter a ereção.
Não precisa ser uma prática intensa. O importante é que a atividade represente aumento do gasto calórico relativo ao repouso. Ou seja, subir escadas, afazeres domésticos e se dedicar a um esporte podem auxiliar a vida sexual do indivíduo. O importante é que o movimento corporal ocorra durante 30 minutos do dia. Esse valor não precisa ser contínuo. Na semana, o tempo total deve chegar a 150 minutos.
Entre as vantagens da atividade física estão controle dos níveis de colesterol e aumento dos níveis de testosterona.