Esse artigo científico faz uma revisão de literatura para observar os diversos diferenciais da cirurgia robótica. De início, o texto repassa o surgimento dessa técnica minimamente invasiva e explica as diferentes modalidades, como os robôs passivos (realizam movimentos previamente programados) e ativos (controlados pelo médico no intraoperatório).
Especificamente sobre o segundo tipo, a cirurgia assistida por robô favorece o médico, pois ele tem maior compreensão do campo cirúrgico: a câmera permite zoom e as imagens são tridimensionais.
Outro componente importante é a resistência dos instrumentos robóticos, que tem entre 8mm-11mm de largura e estão fixados nos quatro braços do mecanismo. Além disso, esses dispositivos possuem sete graus de liberdade, proporcionando uma maior capacidade de movimentação do que a realizada pelo pulso humano.
Na ótica do paciente, o procedimento robótico gera menos dor no pós-operatório, tempo de hospitalização abreviado, retomada das atividades cotidianas de forma mais célere e resultado esteticamente mais harmonioso.