Marcos Flávio Rocha apresenta trabalhos científicos no XIII Congresso Internacional de Uro-oncologia

No mês passado, Marcos Flávio Rocha esteve em São Paulo para participar do XIII Congresso Internacional de Uro-oncologia. Na ocasião, ele apresentou dois trabalhos científicos. As pesquisas foram desenvolvidas com a colaboração de diversos médicos. Em ambas, Marcos foi o orientador principal.

O primeiro trabalho compara o atendimento de pacientes com câncer renal antes (2018) e durante (2021) a pandemia. O segundo aborda a cistemonia radical. O procedimento, realizado para tratar câncer de bexiga invasivo, consiste na retirada total desse órgão.

Crescimento da cirurgia robótica no mundo

No mundo, já foram realizadas mais de 8,5 milhões de cirurgias robóticas. Apenas no ano passado, ocorreram 1 milhão de procedimentos assistidos por robô. Desde sua chegada ao Brasil, a técnica já foi empregada para auxiliar mais de 15 mil pacientes.

Como coordenador-médico do centro de cirurgia robótica do hospital Monte Klinikum, Marcos Flávio Rocha acompanha a adoção dessa inovação na urologia, mas também em várias especialidades médicas, visto que o crescimento contínuo da técnica diversifica sua utilização.

Conselho Federal de Medicina regulamenta a cirurgia robótica

No final do mês passado, o Conselho Federal de Medicina (CFM) regulamentou a realização de cirurgia robótica no país. Essa é mais uma medida que indica a segurança da técnica, já validada pela Anvisa desde 2008. Outras agências de saúde no mundo também reconheceram a importância desse método de intervenção. Os procedimentos auxiliados por robô foram aprovados nos Estados Unidos pelo FDA em 2000. Na França, a prática foi confirmada em 2015 pela agência Nice.

Para garantir a confiabilidade da cirurgia robótica, o CFM implementou várias regras. Só poderá realizar procedimentos assistidos por robô quem tiver registro de Qualificação de Especialista no Conselho Regional de Medicina. Antes, é necessário participar de treinamento durante a residência médica ou concluir uma capacitação específica na área.

Marcos Flávio Rocha debate formação em cirurgia robótica

Nessa quinta, Marcos Flávio Rocha participou do SBU em Casa. O encontro debateu a habilitação em cirurgia robótica. Esse é um processo que o médico acompanha de perto. No ano passado, Marcos fez parte da primeira comissão de certificação em cirurgia robótica da SBU nacional. O grupo era responsável pela visita técnica de hospitais. A análise observa a estrutura física, expertise dos profissionais, dentre outros pontos. Após receber a aprovação, os centros médicos são credenciados para treinamento e certificação em cirurgia assistida por robô.

Marcos Flávio Rocha participa de evento em São Paulo sobre disfunção erétil e incontinência urinária

Marcos Flávio Rocha está em São Paulo participando de um evento que enfoca disfunção erétil e incontinência urinária. Entre as opções terapêuticas do primeiro tópico, o encontro abordará implantes (como AMS 700 e Tactra), locais alternativos para colocação de reservatório, dentre outras soluções. Em relação à incontinência urinária, o evento discutirá tratamentos como sling masculino e esfíncter urinário artificial.

Marcos Flávio Rocha recebe novo certificado de cirurgia robótica

Marcos Flávio Rocha faz parte do primeiro grupo nacional de urologistas a receber o novo certificado de cirurgia robótica emitido pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU). No Ceará, foi o primeiro a obter essa habilitação relativa a procedimentos cirúrgicos auxiliados por robô.

Marcos Flávio Rocha ministra curso no Congresso Internacional de Uro-oncologia

Marcos Flávio Rocha continua em São Paulo participando do Congresso Internacional de Uro-oncologia. Hoje, ele ministrou o curso “Desafios Cirúrgicos em Urologia Oncológica”. Os tumores do trato urinário e do sistema genital masculino muitas vezes são complexos e de difícil acesso. Além disso, para alcançá-los através de procedimentos abertos, são necessárias grandes incisões no corpo do paciente.

Os procedimentos minimamente invasivos, como laparoscopia e cirurgia robótica, trazem uma nova dinâmica para o tratamento das neoplasias urológicas. Nesses casos, o instrumental cirúrgico adentra o corpo do paciente através de orifícios naturais ou via pequenas incisões (até 1 cm).

Além disso, os equipamentos modernos possuem vários braços, capazes de fazer movimentos com elevada precisão. O aparelho também grava todo o procedimento. As imagens, 20 vezes ampliadas e tridimensionais, são exibidas em tempo real para o cirurgião, propiciando uma maior compreensão das estruturas internas do paciente.

Marcos Flávio Rocha debate o câncer de próstata localizado e o localmente avançado no Congresso Internacional de Uro-oncologia

Em sua primeira participação na edição deste ano do Congresso Internacional de Uro-oncologia, Marcos Flávio Rocha integrou a mesa que debateu o câncer de próstata localizado e o localmente avançado.

No primeiro caso, o tumor está restrito ao órgão inicial. Ou seja, não se espalhou para outras áreas do corpo (metástase). Já o câncer de próstata localmente avançado compromete órgãos vizinhos, como bexiga e reto.

O tratamento dependerá das áreas afetadas, nível de agressividade e ritmo da progressão da doença. Na maioria das vezes, será necessário combinar mais de um recurso terapêutico, como cirurgia, hormonioterapia e radioterapia. Além disso, o paciente deverá ser acompanhado continuamente, realizando consultas urológicas para monitorar se o câncer não retornou (recidiva).

Tuberculose geniturinária

Em 2020, o Brasil registrou 66.819 casos de tuberculose, doença que inicia lentamente e com poucos sintomas. Sua evolução, porém, pode causar graves consequências para o indivíduo.

A doença pode ir além do comprometimento dos pulmões. Em cerca de 15% dos casos, a infecção pode se tornar geniturinária. Primeiro, a doença atinge os rins. Depois, segue para outros órgãos, como bexiga e próstata. Alguns dos sintomas possíveis são dor na região lombar, infecção urinária e sangue na micção. Todavia, o paciente pode demorar a apresentar essas alterações.

Há tratamento, mas ele é longo, se estendendo por pelo menos seis meses. Caso os medicamentos sejam abandonados antes da cura, a doença pode continuar sua evolução.

Covid-19 pode prejudicar trato genital masculino

Pesquisas já haviam apontado que a Covid-19 pode causar problemas no trato genital masculino. Entretanto, um novo estudo indica que os impactos são causados pelo próprio Sars-CoV-2, e não por uma inflamação decorrente da doença.

O novo coronavírus pode prejudicar a próstata, o pênis, os testículos e os vasos sanguíneos em seu entorno. Como consequência, o paciente pode ter impotência, diminuição na fertilidade, dores na região e hipogonadismo (quando os testículos produzem quantidade insuficiente de testosterona).

Estima-se que entre 10-20% dos pacientes com Covid-19 apresentam sintomas no sistema genital. Dentre todas as complicações, a disfunção erétil se sobressai. A alteração pode sinalizar, inclusive, síndrome pós-Covid, visto que homens que tiveram a doença possuem de três a seis vezes mais chances de ter disfunção erétil.