Câncer de testítulo

Em abril, a urologia chama atenção para o câncer de testículo. O autoexame, durante o banho, pode ser o passo inicial para perceber alterações. Inchaço, dor no local e presença de nódulos devem acionar o sinal de alerta. É necessário, porém, procurar o urologista para realizar exames complementares (como tomografia de abdômen e ultrassonografia do testículo), e, caso seja identificado tumor, iniciar o tratamento.

Cirurgia robótica e covid-19

O novo coronavírus impôs grandes mudanças no atendimento médico. Nessa conjuntura, a cirurgia robótica mostrou-se uma importante aliada no tratamento dos tumores urológicos. É o que atesta esse estudo realizado no Brasil.

O trabalho analisou o tratamento de 213 pacientes de urologia oncológica (161 deles foram submetidos à cirurgia eletiva e 44 à emergência cirúrgica). O artigo concluiu que a cirurgia assistida por robô é um procedimento seguro. Entre outros fatores, a técnica abrevia o período de hospitalização.

Produção acadêmica contínua

Há um ano, a jornada médica se intensificou. Trabalhamos no ambiente hospitalar, auxiliamos os pacientes de forma remota e ainda dedicamos tempo para produzir conhecimento médico.

Em sintonia com a necessidade da produção acadêmica, nos últimos quatro meses, o médico Marcos Flávio Rocha publicou seis artigos no Brasil e no exterior. A medicina avança continuamente. Promover o saber científico é uma forma de propagar inovações que contribuem para o bem-estar do paciente.

Câncer de rim: a importância do diagnóstico preciso

Um tratamento bem-sucedido inicia com um diagnóstico sólido. Essa premissa orientou a criação de um novo artigo científico de autoria do médico Marcos Flávio Rocha e dos colegas Tadeu Campos e Eugênio Vasconcelos Filho. Em destaque, um sistema de avaliação que facilita compreender a situação do paciente com câncer de rim.

A identificação precisa do tumor resulta em maior entendimento anatômico. Podemos analisar a estrutura vascular do órgão, a localização do tumor, dentre outros pontos.

Com isso, ampliamos as opções de tratamento. Dependendo do quadro do paciente, podemos optar por uma nefrectomia parcial. Ou seja, não retiramos todo o rim, mas apenas parte dele. Ao preservar a unidade, buscamos diminuir o risco de complicações futuras, como insuficiência renal. O artigo está disponível no Brazilian Journal of Urology.

Cirurgia robótica: a experiência pioneira do Ceará

Um novo artigo científico que conta com a participação do médico Marcos Flávio Rocha foi disponibilizado online. O estudo apresenta a experiência do Ceará que, em 2015, se tornou, através da iniciativa pioneira do hospital Monte Klinikum, o primeiro estado das regiões Norte/Nordeste/Centro-Oeste a realizar cirurgias robóticas. Um dos procedimentos mais comuns é a prostatectomia radical. O recurso é utilizado para o tratamento de tumores na próstata.

O artigo científico, que aborda o período inicial do setor de cirurgia robótica do hospital Monte Klinikum, traz resultados animadores. Uma taxa de recuperação total de continência de mais de 90% e de função erétil em torno de 80%. Nenhum dos pacientes precisou de transfusão de sangue. Esses são apenas alguns diferenciais. O trabalho também relata outros desfechos funcionais e oncológicos.

Vale ressaltar que o câncer de próstata é a segunda causa de morte por câncer em homens no Brasil. Estima-se que 30% dos casos são de pacientes da região Nordeste do país.

Crescimento da cirurgia robótica no Brasil

Mais uma matéria coloca em destaque o crescimento da cirurgia robótica no Brasil (link: http://bit.ly/3984Tl7). Em especial, os procedimentos urológicos. O texto aborda um estudo realizado no país sobre os diferenciais da cirurgia assistida por robô. Entre os benefícios, os pacientes apresentam três vezes menos disfunção erétil e duas vezes menos incontinência urinária.

1 milhão de cirurgias robóticas em 2020

Esse foi o total de procedimentos auxiliados por robô realizados no ano passado, em todo o mundo (link: http://bit.ly/3lhPnrA). 15 mil dessas operações foram feitas no Brasil. Num período de grandes desafios para a saúde, a cirurgia robótica surgiu como opção para quem precisava de tratamento com urgência.

Marcos Flávio Rocha recebe certificado de excelência do Doctoralia

O urologista Marcos Flávio Rocha recebeu do Doctoralia um certificado de excelência de atendimento. Para obtê-lo, é necessário que o médico atinja destaque em alguns critérios. Num deles, “Avaliação média das opiniões”, Rocha recebeu a nota máxima, 5.

O Doctoralia é uma plataforma médica que disponibiliza várias funcionalidades, como marcação de consultas.

Rocha agradece a todos que manifestaram sua satisfação. E também saúda os profissionais que o auxiliam. O médico conta com uma talentosa equipe para entregar a melhor experiência ao paciente.

Dia mundial da conscientização sobre a incontinência urinária

14 de março, dia mundial da conscientização sobre a incontinência urinária. A data não poderia ser mais oportuna. No ano passado, houve uma queda de 60% no tratamento de casos de perda involuntária urinária (link: http://bit.ly/2ODAuDY).

No Brasil, estima-se que 10 milhões de pessoas sofrem com o problema. Com o avançar da idade, a incontinência urinária se torna mais presente. Um em cada três idosos apresentam a alteração.

Dada a relevância do tema, o instagram da clínica Marcos Flávio Rocha vem publicando, desde o início do mês, conteúdo sobre incontinência urinária.

Impacto da Covid-19 na urologia

A covid-19 é considerada uma doença sistêmica. Ou seja, embora seja muito associado ao sistema respiratório, o novo coronavírus pode comprometer vários órgãos, como os que compõem o trato urinário (link: http://bit.ly/38o7FCp).

Quando a SARS-CoV-2 afeta os rins, pênis e testículos, o resultado pode ser insuficiência renal, disfunção erétil e mesmo infertilidade. Acredita-se que essas alterações seriam decorrentes de processos inflamatórios e fenômenos tromboembólicos (obstrução do fluxo sanguíneo) provocados pela covid-19.